A capital da Malásia: Kuala Lumpur

Kuala Lumpur foi uma agradável surpresa. Talvez o facto de termos ficado com um amigo tenha alterado a nossa perceção, mas julgo que é realista dizer que esta cidade é muito diferente de todas as outras onde tínhamos estado até aí no sudeste asiático! Diferente para melhor.

A densidade populacional na Malásia (95,14 por Km2, em 2017) é consideravelmente menor do que na vizinha Tailândia (135,13 por Km2, em 2017), e isso vê-se muito bem. Comparar Banguecoque com Kuala Lumpur é como comparar “alhos com bugalhos”. Se na primeira quase me senti doente com tanta poluição e confusão, na segunda apreciei perder-me pelas suas ruas e jardins.

Kuala Lumpur é uma cidade desenvolvida, organizada, com muito verde, e bastante limpa. O legado inglês é visível sobretudo no centro histórico da cidade, onde todos os edifícios que rodeiam a praça da independência (“Merdeka Square”) lembram a arquitetura colonial. Todos eles estão impecavelmente conservados, assim como os jardins.

Monumento à independência, que ocorreu em 31 de Agosto de 1957.

Museu Nacional, onde fizemos uma visita guiada com uma guia espetacular, que nos levou pela longa história do território que forma a Malásia, mas que apenas em meados do século XX se tournou independente.
No museu nacional também encontrámos informação sobre a história dos navegadores portugueses que passaram por estas terras. Na foto, uma réplica da nau “Flor do Mar”, uma nau portuguesa que participou em vários acontecimentos marcantes no oceano Índico até ao seu naufrágio em 1511 no estreito de Malaca. Carregada de riquezas, tornou-se um dos mais míticos e cobiçados tesouros perdidos da História.
E se o dinheiro fosse em forma de animais? Pois, parece que já foi assim…
Antigo edifício dos caminhos de ferro.

Praça da independência: como se pode constatar, o céu estava prestes a desabar sobre nós!
Uma maquete à escala dos maiores arranha-céus de Kuala Lumpur (que já existem e que estão a ser construídos).

Torres Petronas: o ícone dos arranha-céus da cidade. Foram os edifícios mais altos do Mundo entre 1988 e 2004.

No parque em frente às torres Petrona há todas as noites um espetáculo de água, cor e som. É lindo!
“Tree canopy walk”: caminhar ao nível das copas das árvores, naquele que é o parque mais antigo da cidade.

Cereja no topo do bolo: o condomínio do amigo com quem ficámos era brutal! Com seis piscinas, esta era a nossa preferida, no topo do 31º andar, com vista sobre os arranha-céus de Kuala Lumpur:

Margarida

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *