Parques Nacionais no Vietname: que beleza!

Phong Nha

Depois de Hue, fomos ao primeiro parque nacional: Phong Nha – Ke Bang. É aqui que se situa a maior caverna do mundo (com mais de 30km de comprimento) e outras muito grandes. Se gostas de espeleologia provavelmente já ouviste falar neste sítio!
Como só tínhamos uma tarde no parque, optámos pela expedição mais curta, à caverna Phong Nha, de barco. A paisagem é lindíssima, e a viagem até à caverna incrível, visto que o barqueiro rema por mais de 4km para dentro da caverna, enquanto galeria após galeria vão aparecendo. No percurso de volta, saímos do barco e explorámos a caverna cerca de 500 metros a pé.
Planeámos ficar apenas uma noite, mas entretanto descobrimos que só haviam autocarros noturnos para o nosso próximo destino, portanto tivemos um dia inteiro extra no parque! Alugámos bicicletas, explorámos em redor de Phong Nha e descansámos, e o ponto alto foi o almoço! Comer dumplings caseiros num “restaurante” chamado Moi Moi, no meio do nada, foi uma experiencia única. É verdadeiramente slow food, portanto não é um bom sítio para se ir com pressa!

Tam Coc

Já com a lição aprendida sobre viajar em autocarros noturnos, e sabendo que íamos chegar entre as 3 e as 4 horas da manhã, perguntámos ao hotel se podíamos fazer check-in mais cedo pagando mais. Ainda bem que perguntámos! Fomos logo dormir assim que chegámos e às 10 da manhã já nos tinham servido um pequeno almoço muito bom e estavamos prontos a explorar!
Havia apenas um pequeno problema. Com algumas das atracções principais a quase 30km de distância, e tendo as tours organizadas já partido, como é que conseguíamos ver tudo num dia?
A melhor e mais óbvia solução era algo que tínhamos conseguido evitar até aí – alugar uma scooter! Nunca tínhamos conduzido uma, mesmo sabendo que é um meio de transporte muito popular entre mochileiros para explorar esta região do globo. Quão difícil poderia ser? Indo devagar seria certamente parecido com andar de bicicleta elétrica. Ainda assim, as imagens dos turistas que já vimos aleijados nos joelhos e pernas vinham-me sempre à cabeça.
De qualquer modo, Tam Coc era o sítio mais calmo onde já tínhamos estado, com muito pouco trânsito, portanto após testar um bocadinho a scooter em frente ao hotel, aí fomos nós! Não indo além dos 30km/h só ultrapassávamos bicicletas, mas sentiamo-nos muito seguros.
A primeira paragem foi em Trang An, para uma volta de barco rodeada de montes cársticos. É tão popular como é agradável, mesmo com o peculiar casal asiático que partilhou o barco connosco, que passou a viagem numa autêntica sessão fotográfica.
De volta à scooter, fomos para o ponto mais longe, o impressionante complexo de templos Bai Dinh. A hora e meia que planeámos foi suficiente para uma visita geral, mas não exaustiva. Não havia escolha se não continuar, porque conduzir no escuro não era opção para nós. Seguimos para Hoa Lu, onde se podem ver alguns vestígios de uma cidade com mais de 1000 anos, e após uma pequena paragem voltámos para Tam Coc. É fácil de perceber porque é que tantos turistas alugam scooters. Porque é prático, barato e seguro (conduzindo devagar em estradas com pouco trânsito).
O local onde se apanha o barco.
Toda a viagem de barco foi uma sessão fotográfica…
Embora o dia estivesse nublado, a vista era incrível.
O templo Bai Dinh.
Nós a andar de mota pela primeira vez! Foi uma experiência muito boa!

 

Halong Bay

Decidimos ir diretos para Cat Ba em vez de passar em Halong City. Dois autocarros e um barco levaram-nos lá num instante. Quando se chega à ilha, a viagem de autocarro até à pequena cidade de Cat Ba já nos mostra a beleza natural que torna esta região tão conhecida.
Infelizmente, o céu esteve cinzento o tempo todo durante a nossa curta estadia em Cat Ba.
Esperávamos que o sol aparecesse durante o nosso cruzeiro que durou todo o dia seguinte, mas infelizmente não aconteceu. Navegar entre as pequenas ilhas da baía de Lan Ha e de Halong foi maravilhoso, apesar do clima, e a volta de kayak ainda melhor. O tempo não estava convidativo para um mergulho, mas algumas pessoas do nosso barco nadaram uns minutos. Para acabar o cruzeiro parámos em “Monkey Island”, onde um pequeno mas difícil trilho mostrou-nos vistas fantásticas.
Ficar mais tempo em Cat Ba teria sido óptimo, mas com o tempo assim, não valia a pena.
Vista pânoramica sobre Halong Bay
A viagem de barco passou pela aldeia flutuante de pescadores, onde centenas de pescadores moram.
Experiencia de canoagem.
“Monkey island”.
João e Margarida 

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